
Lisboa minha cidade
Teu rosto escondes na rua
Trazes na algibeira a saudade
De quem sabe que é só tua
O rio que te corre nas veias
Traz ás colinas fulgência
E esse fogo com que ateias
A tua breve inocência
A inocência que te apanha
No sol que te desperta o dia
E á noite que se acanha
Quando a lua se sente vazia
Nas noites dos quentes santos
Mostras a alma ao condoido
Para que nos teus belos recantos
Ele não se sinta traido
És assim minha cidade
Fazes parte da minha vida
E mesmo já com essa idade
És a minha cidade querida
Patrícia, 16 de Junho de 2009
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