
A paixão que me corre nas veias
A força do meu trabalho
A riqueza dividida a meias
O amor que sinto que espalho
Sou feita de orgulho e de fé
Sinto a força a correr-me no peito
Se caio, sei pôr-me de pé
Também sei encolher-me no leito
Não me canso de correr
E as mangas arregaço
Se for preciso fazer
Tudo até ao cansaço
Quando choro não sai água
Quando caio não faz ferida
Não guardo rancor nem mágoa
Nunca me sinto perdida
Sei bem tudo o que quero
O que não quero melhor sei
E por pouca coisa eu espero
Só por aquilo que semeei
Patrícia Prata, 29 de Junho de 2009
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