
Irrequieta nesta escrita
Inquietude na mão que dita
Folhas que saem deste alimento
Cúmplice da alma que eu sustento
Perdida nas letras absortas
Provando ideias mais que mortas
Linhas de tinta saem para fora
De dia, de noite e a toda a hora
Cansada da noite já tardia
Levada pela escrita que é já vazia
Á procura da veia azul poeta
Indagando sobre uma ideia concreta
A espera é longa e tortuosa
Tem uma voz ruidosa
Perdura pela noite da lua
E vem uma ideia que é tua
Talvez a agarre para mim
Desculpa se vai ser assim
Mas a noite teve de partir
E eu não consegui dormir
Patrícia Prata, 01 de Julho de 2009
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