Mas ali estava ela… a alma perfeita, presa a um corpo feminino. Momentos houveram que me apetecia beijá-la. Era tudo tão certo, tão profundo, sem cedências, sem calculismos, que a única barreira que existia era ela ser mulher. Quantas vezes não pensava em tocar-lhe nos lábios, para saber, para compreender… Sempre achei que o beijo dizia muito mais das pessoas do que os sapatos!
Patrícia Prata, in My first novel
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