A chuva parou de cair, com a força de raiva contida, sempre molha esse ódio morto, que pára com o pulsar do mundo e se torna absorto. Já não tem os olhos vermelhos nem as veias dilatadas. Tiraram-lhe os freios, deu-lhes novas galreadas. Respira fundo, o sol chegou, enche os pulmões com o cheiro da uva, com o mosto que destila o teu âmago. Tira a roupa para te provar...
By Patrícia Prata
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