A chuva do meu pensamento, molha-me de palavras que caem na janela, presas no vento de discursos alheios, folhas que saem rasgadas por freios. Prende-me ao seio da fúria da chuva, leva-me no vendaval do asfalto cinzento, porque esse beijo roubado, levado, foi-me tirado em pecado. A chuva limpa a tirania, dessa tua alma vazia.
By Patrícia Prata
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