Eu que decifrava destroços
Galguei folhas para soletrar convenções
Deixei ossos na estrada, esmaguei canções
Prometi que me encaixava numa banda desenhada
Servi jogos de compromissos, riscos, esquissos.
Patrulhei afamada venda, levei-te daqui para fora
Deixei-te à porta, na tarde que demorava,
Disse que te amava como quem devora
Calcei-te os pés nas minhas meias e de dentro da guitarra
Toquei.
Patrícia Prata
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